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A história de uma história

Dia desses escrevi aqui sobre as técnicas que mais usei para levantamento de requisitos. Naquela oportunidade citei que seria interessante um post mais específico para falar sobre o meu método preferido, as user stories, ou histórias de usuário. A minha predileção por esse método se dá pela sua simplicidade. Estamos falando de papéis coloridos pregados …

Spice girl manifesto

Eu sou um cara casado. De casamento já se vão oito ótimos anos de vida juntos. Mas nos conhecemos antes disso, mais ou menos uns cinco anos antes. Somando tudo posso dizer que temos uma excelente convivência, uma vida compartilhada por assim dizer a pelo menos treze anos. Ainda assim, não posso dizer que a conheço completamente. Não sei de todos os seus anseios ou vontades, de todos os seus desejos e existem muitos momentos em que ela diz uma coisa querendo dizer outra. Embora isso possa parecer um lamento, é só um fato, que eu aceitei e levo a nossa relação tendo isso em mente. Mas é bem interessante de se pensar que pessoas que dormem e acordam juntos, que compartilham suas vidas de maneira tão intensa não sejam capazes de compreender as vontades um do outro por completo, não é mesmo?

Se mesmo com toda essa intimidade eu aceito o fato do desconhecido, porque você exige do seu cliente algo diferente quando vai iniciar um projeto? Sério, o paralelo não é tão distante. Vocês mal se conhecem, são pessoas em última instância, não empresas. E são desejos/necessidades de pessoas que precisam ser traduzidos em requisitos de software. O mal entendimento desses desejos e vontade pode sim decretar o sucesso ou o fracasso de um projeto. Assim como em casa eu uso várias técnicas para entender o que minha esposa espera de mim, aplico o mesmo pensamento no trabalho.

A sabedoria de Musashi

Estamos no Japão feudal, um tempo e local onde as pessoas buscavam fazer aquilo que lhes era atribuído buscando a máxima perfeição, tanto nos seus modos como em seus resultados. Muita coisa podemos aprender de lá. Nesse época, vivia por lá um homem chamado Miyamoto Musashi. Ele era um samurai. Dentre diversos ensinamentos que esse …

Quando os rótulos não atendem às suas necessidades

Mesmo o Manifesto Ágil tendo mais de 10 anos, ainda existem muitas empresas e, pior, desenvolvedores que ainda não conhecem e seguem os seus princípios. Cedo ou tarde todos vão perceber que os velhos modelos já não servem mais. Todos.

Mas quando esse momento chega, que caminho seguir? Qual a melhor metodologia? Existe um modelo que vá cobrir todas as necessidades de um projeto com desenvolvimento ágil?

São essas questões que debateremos neste artigo.

Serpenteando em direção à nenhum lugar em especial

Cinco comportamentos que muitas vezes vêm aglutinados, em cada um uma conspiração para levá-lo em direção a decepção: Grandes sonhos: o objetivo não é impacto consistente ou um trabalho significativo, é um sucesso gigantesco, o se tornar uma a estrela e a capacidade de mudar o mundo. Não seria o suficiente para mil fãs de …

Revista MundoJ

Saiu! Na edição desse mês da revista MundoJ a revista lançou uma edição completa somente falando sobre práticas e métodos ágeis. Ficou muito boa e eu tive a honra de contribuir com meus dois centavos, com um artigo sobre as escolhas que fazemos quando temos que selecionar um método para aplicar em nossas equipes. Existem …